
Gianni Infantino, presidente da Fifa
REUTERS/Agustin Marcarian/File Photo
Na última semana, Gianni Infantino, presidente da Fifa, precisou lidar com a enorme pressão para que ele desistisse de um projeto que pretendia vender cotas da Copa do Mundo para investidores. Após reavaliar o projeto e as críticas, de fato, ele desistiu, mas uma reportagem do “The Times” divulgou que o mandatário tinha planos maiores.
Embora tenha voltado atrás da decisão, Gianni Infantino “perderá” no bolso por sua decisão. De acordo com a reportagem do jornal britânico, caso o plano da Fifa Forward Enterprise fosse colocado em prática o presidente da Fifa teria seu salário aumentado em seis vezes.
No material, o diário explica que os salários de Infantino sairiam de aproximadamente US$ 4,8 milhões brutos (cerca de R$ 25 milhões à época) para US$ 30 milhões (R$ 152,4 milhões), sem colocar na conta as possíveis bonificações que estariam no projeto.
A Fifa Forward Enterprise previa que Infantino fosse o responsável pelo projeto sem um teto limite para a sua permanência. O atual vínculo dele com a Fifa é até 2027, mas em caso de reeleição ele fica no máximo até 2031.
No entanto, Infantino vive uma enorme pressão para que renuncie ao cargo. A Uefa emitiu um comunicado afirmando que perdeu a confiança na liderança da Fifa, enquanto a Federação Inglesa solicitou que a seja revisada a governança do mandatário.
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