Esporte na Band

Conheça os possíveis concorrentes de Infantino na próxima eleição da Fifa

Uefa, Concacaf e AFC se unem e nomes de peso entram na corrida pela presidência

Da redação
DA REDAÇÃO

10/08/2026 • 19:03 • Atualizado em 10/08/2026 • 19:03

Gianni Infantino, presidente da Fifa

Gianni Infantino, presidente da Fifa

Reuters/Maria Lysaker

A crise política desencadeada na Fifa, após a tentativa do presidente Gianni Infantino de apresentar uma proposta para receber investimentos privados em competições, transformou o próximo pleito da entidade em um momento crucial para o futuro do futebol mundial.

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O dirigente suíço já confirmou, em abril, que disputará o terceiro mandato consecutivo para o período de 2027 a 2031. No entanto, a pressão sobre o atual mandatário aumentou nesta segunda-feira (10).

Em uma carta conjunta, Uefa, Concacaf e Confederação Asiática de Futebol (AFC) definiram como prioridade o lançamento de uma candidatura unificada para concorrer contra Infantino. A eleição está marcada para o dia 18 de março do próximo ano, em Rabat, no Marrocos.

Quem são os cotados para desafiar Infantino

O movimento de oposição reúne diferentes perfis de dirigentes influentes nos bastidores do esporte.

Victor Montagliani: Presidente da Concacaf desde 2016 e vice-presidente da Fifa, o dirigente ganhou projeção ao desenvolver o futebol canadense e fortalecer o país para sediar a Copa do Mundo de 2026, em conjunto com Estados Unidos e México.

Aleksander Ceferin: Presidente da Uefa e um dos principais críticos da atual gestão, Ceferin lidera um movimento de boicote a torneios organizados pela Fifa, incluindo a Copa do Mundo de Clubes de 2029, despontando como a principal oposição a Infantino em 2027.

Nasser Al-Khelaifi: Presidente do PSG e da Associação de Clubes Europeus (ECA), o influente dirigente é cotado para a disputa, embora jamais tenha manifestado publicamente interesse no cargo.

Lise Klaveness: Presidenta da Federação Norueguesa de Futebol e crítica contundente da atual administração de Infantino, a dirigente conta com o apoio de Joseph Blatter, ex-presidente da Fifa.