Não importam os trâmites ou a burocracia. Importa o que é justo e decente. A filha da soldado Gisele Alves Santana deveria ter sido assistida com urgência, com respeito e dignidade nos primeiros dias após o assassinato frio e cruel - como deveria acontecer com todos os orfãos que têm direito a uma pensão.
Após a denúncia do Jornal da Band, milhares de pessoas se indignaram e, por isso, o erro escandaloso foi corrigido. Mas é apenas isso: a correção de um erro.
A reparação para a dor de uma menina que perde a mãe aos sete anos de idade não existe, nunca existirá.
Que a Justiça agora faça sua parte e leve o réu, o tenente-coronel Geraldo Rosa Neto, a júri popular e para a cadeia comum, onde ele merece ficar por muito tempo.
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