Resumo
Autorização dos Estados Unidos permite que Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores paguem advogados com fundos públicos venezuelanos, desde que os pagamentos sejam efetuados após 5 de março de 2026 e não provenham de depósitos de governos estrangeiros.
Captura de Maduro e Cilia Flores ocorreu em 3 de janeiro de 2026, durante uma incursão militar dos EUA na Venezuela que resultou em centenas de mortos, com ambos detidos sob acusações de narcoterrorismo.
Declaração de inocência foi feita por Maduro e sua esposa durante audiência em Nova York, com o processo conduzido pelo procurador Jay Clayton e supervisionado pelo juiz Alvin K. Hellerstein.
Os Estados Unidos autorizaram na última sexta-feira (24) uma mudança significativa nas sanções de Nicolás Maduro e de sua esposa Cilia Flores, permitindo que o governo venezuelano pague suas defesas através de fundos públicos do país.
As licenças alteradas autorizam que os advogados de Maduro e de sua esposa recebam o pagamento do governo venezuelano, mas com algumas condições: Os pagamentos devem ser realizados através de fundos disponíveis para o governo da Venezuela após 5 de março de 2026. Além disso, os pagamentos autorizados não podem vir de fundos de governos estrangeiros.
Contexto da prisão e acusações
Maduro foi capturado com a esposa, Cilia Flores, em 3 de janeiro de 2026, após uma incursão militar dos EUA na Venezuela que deixou centenas de mortos. Ambos foram detidos sob acusações criminais de narcoterrorismo.
O ditador venezuelano e sua esposa se declaram inocentes de todos os crimes dos quais foram acusados e aguardam o julgamento sob custódia em Nova York.
Quando assumiu a posse da Venezuela em 5 de janeiro, Delcy classificou a captura de Maduro como um sequestro. "Venho com dor pelo sequestro de dois heróis que temos como reféns nos Estados Unidos", disse.
"Vejam a Venezuela: como tudo está funcionando bem lá. Estamos indo muito bem na Venezuela com o petróleo e com o relacionamento entre a presidente eleita e nós; e talvez encontremos alguém assim no Irã", disse o presidente.
A autorização para que a Venezuela possa assumir os encargos da defesa de Maduro foi assinada pelo procurador Jay Clayton e é dirigido ao juiz Alvin K. Hellerstein, responsável pelo caso.
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