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Indiciado por coação de testemunha na morte do Cão Orelha morre em SC

Empresário de 52 anos sofreu infarto; ele era investigado por tentar intimidar porteiro ligado ao caso em Florianópolis

Da redação
DA REDAÇÃO

13/04/2026 • 16:10 • Atualizado em 13/04/2026 • 16:10

Tony Marcos de Souza

Tony Marcos de Souza

Reprodução/Redes Sociais/

Tony Marcos de Souza, de 52 anos, investigado por suposta coação de uma testemunha no caso que apura a morte do chamado “Cão Orelha”, morreu na madrugada desta segunda-feira (13), em Florianópolis. A informação foi confirmada pela família por meio do advogado Rodrigo Duarte da Silva.

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De acordo com a defesa, o empresário sofreu um infarto durante a madrugada.

Tony era apontado pela Polícia Civil como um dos três adultos suspeitos de tentar intimidar o porteiro de um condomínio, considerado peça importante para o andamento das investigações. Ele também tinha vínculo familiar com um dos adolescentes inicialmente investigados no caso.

As apurações indicam que a suposta coação teria como alvo um vigilante que possuía uma imagem potencialmente relevante para esclarecer os fatos. A polícia entendeu que houve tentativa de interferência no processo por parte de familiares dos jovens envolvidos.

O episódio passou a ser investigado em um inquérito separado daquele que apura a morte do animal. Isso ocorreu após a 32ª Promotoria de Justiça da Capital, com atuação na área ambiental, declinar da atribuição e solicitar a redistribuição do caso para uma promotoria criminal.

Segundo avaliação preliminar do Ministério Público, os conflitos envolvendo os adultos surgiram dias após a repercussão do caso, impulsionada pela circulação de imagens e áudios nas redes sociais.

Depoimentos, registros de câmeras de segurança e outros elementos reunidos apontaram para desentendimentos que teriam evoluído para tentativas de intimidação de testemunhas.

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