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Defesa de ex-sócio de Vorcaro diz que operação da PF é ‘desnecessária’

Augusto Lima foi um dos alvos da nona fase da Operação Compliance Zero

Da redação
DA REDAÇÃO

18/06/2026 • 09:18 • Atualizado em 21/06/2026 • 00:46

Augusto Lima

Augusto Lima

Paulo Mocofaya/Agência ALBA

A defesa de Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro e dono do Banco Pleno, emitiu uma nota na manhã desta quinta-feira (18), afirmando que a operação da Polícia Federal é “desnecessária, uma vez que Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos”.

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Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação no Caso Master

Ainda segundo a defesa, o banqueiro “sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência e responsabilidade”. Veja a nota na íntegra:

“As diligências realizadas pela Polícia Federal nesta data eram desnecessárias, uma vez que Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração.

De todo modo, as medidas contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos.

Augusto Lima sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública”, diz o comunicado.

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (18) a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. Entre os alvos estão Jaques Wagner (PT), líder do governo Lula no Senado, e o banqueiro Augusto Lima.

Os policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Os mandados são cumpridos nos estados da Bahia, São Paulo e no Distrito Federal.