Saúde

Anvisa define nova composição para vacinas da Covid-19 no Brasil; entenda

Ajuste foca em variantes recentes; imunizantes antigos têm prazo de nove meses para uso

Da redação
DA REDAÇÃO

09/07/2026 • 16:44 • Atualizado em 09/07/2026 • 16:44

Vacinas serão atualizadas para acompanhar mutação de cepas

Vacinas serão atualizadas para acompanhar mutação de cepas

Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma nova instrução normativa no Diário Oficial da União que atualiza as regras para a composição das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. O objetivo é garantir que os imunizantes distribuídos no país acompanhem a evolução genética do vírus SARS-CoV-2.

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Pela nova determinação, as vacinas utilizadas em território nacional deverão ser monovalentes — focadas em direcionar a resposta imunológica contra uma única linhagem específica e recente do vírus.

A composição das novas fórmulas deve ter como base:

  • A cepa LP.8.1;
  • Ou antígenos derivados da linhagem JN.1 (como as subvariantes XFG e NB.1.8.1).

Para evitar o desperdício de doses e garantir a continuidade da imunização, a agência estabeleceu uma regra de transição para as formulações antigas.

As vacinas que já foram produzidas ou distribuídas no país não precisam ser descartadas imediatamente. Elas ganharam uma autorização de uso de até nove meses após a aprovação dessa atualização pela Anvisa — a menos que a agência emita uma nova recomendação de segurança ou eficácia antes desse prazo.

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