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Consumo de ovos no Brasil deve chegar a 301 unidades por habitante em 2026

Projeção da Associação Brasileira de Proteína Animal aponta crescimento contínuo e consolida o ovo como item estratégico na mesa dos brasileiros

VIVIANE TAGUCHI

07/08/2026 • 07:30 • Atualizado em 07/08/2026 • 07:30

Consumo de ovos aumenta ano a ano no Brasil, projeta a ABPA

Consumo de ovos aumenta ano a ano no Brasil, projeta a ABPA

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O consumo de ovos no Brasil deve alcançar a marca histórica de 301 unidades por habitante ao longo de 2026. A projeção foi apresentada pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, indicando a consolidação da proteína na dieta nacional e a expansão contínua da avicultura de postura no país.

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A estimativa atualizada reflete o avanço sustentado da atividade nos últimos anos. Em 2024, o consumo per capita brasileiro registrou 269 unidades por habitante. No ano seguinte, em 2025, o indicador subiu para 288 ovos por habitante/ano, preparando o terreno para que o país ultrapasse a barreira de 300 unidades per capita até o término do ciclo de 2026.

Para responder à crescente demanda interna e manter o abastecimento do mercado, a produção nacional de ovos deve atingir 64,8 bilhões de unidades em 2026. O volume representa uma expansão de até 4,1% na comparação direta com o total registrado em 2025, quando a avicultura brasileira produziu 62,253 bilhões de unidades.

A consolidação do ovo na mesa do consumidor brasileiro é impulsionada por seu alto valor nutricional, versatilidade no preparo e acessibilidade financeira frente a outras fontes de proteína animal. O ganho de eficiência no sistema produtivo das granjas e o aprimoramento da logística de distribuição também sustentam o volume recorde de oferta no mercado interno.

Para os próximos anos, a entidade projeta a manutenção da trajetória ascendente. As estimativas de longo prazo da ABPA indicam que a média de consumo no Brasil deve alcançar 312 unidades por habitante/ano em 2027, igualando o padrão nacional ao de países com elevada tradição no consumo da proteína.