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Japão é o país que mais importa ovos brasileiros

Embarques no ano já superam 34 mil toneladas e receita ultrapassa US$ 80 milhões

Por Redação
REDAÇÃO

09/10/2025 • 15:00 • Atualizado em 09/10/2025 • 15:00

Ovos: Brasil está aumentando fortemente as exportações do setor

Ovos: Brasil está aumentando fortemente as exportações do setor

Felicity Tai/Pexels

Resumo

Exportações brasileiras de ovos atingiram 2.076 toneladas em setembro, um aumento de 39,7% comparado ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Receita das exportações em setembro foi de US$ 5,5 milhões, representando um crescimento de 94,2% em relação a setembro de 2024.

Entre janeiro e setembro, o setor exportou 34.348 toneladas, um aumento de 174,1% em relação ao mesmo período do ano passado, gerando uma receita de US$ 80,8 milhões.

As exportações brasileiras de ovos, considerando todos os produtos, entre in natura e processados, totalizaram 2.076 toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 39,7% o volume registrado no mesmo período do ano passado, com 1.485 toneladas.

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A receita obtida com os embarques do mês alcançou US$ 5,5 milhões, resultado 94,2% superior ao total registrado em setembro de 2024, com US$ 2,8 milhões.

Com o desempenho do mês, o setor acumula 34.348 toneladas exportadas entre janeiro e setembro, número 174,1% maior que o registrado nos nove primeiros meses de 2024, com 12.542 mil toneladas. Em receita, o acumulado do ano chegou a US$ 80,8 milhões, alta de 201,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 26,7 milhões.

Principal destino do mês, o Japão importou 692 toneladas em setembro, saldo 497,1% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida estão o Chile, com 400 toneladas (-57,1%), Emirados Árabes Unidos, com 279 toneladas (sem embarques registrados em setembro), México, com 251 toneladas (sem embarques registrados) e Estados Unidos, com 100 toneladas (-41,1%).

“Após a ocorrência do tarifaço, houve uma reconfiguração no mapa das exportações do setor, com restabelecimento de fluxo para mercados tradicionais do Oriente Médio e destinos recentemente abertos na América Latina”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

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