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Peixe na Sexta-feira Santa: feira em SP tem opções a partir de R$16

Consumidores lotam barracas na capital paulista em busca de pescados para o almoço de Páscoa; sardinha e cavalinha são os destaques econômicos

Da redação
DA REDAÇÃO

03/04/2026 • 09:41 • Atualizado em 03/04/2026 • 09:41

Peixes

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Consumidores paulistanos movimentaram intensamente a feira livre entre a rua Batatais e a Alameda Lorena, em São Paulo, na manhã desta Sexta-feira Santa (3). A busca por peixes frescos para as celebrações de Páscoa elevou o fluxo de clientes, que encontraram opções variadas com preços partindo de R$ 16 o quilo para espécies mais populares, como a sardinha.

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O cenário reflete o tradicional aumento no consumo de proteínas marinhas durante a Semana Santa. Nas feiras de rua, o público busca não apenas a qualidade do produto fresco, mas também a flexibilidade de preços por meio da negociação direta com os feirantes, fator que impulsiona as vendas no varejo alimentar nesta época do ano.

Opções para todos os bolsos

A equipe de reportagem do AgroBand foi para as ruas, nesta sexta-feira, acompanhar o movimento nas feiras. A diversidade de preços é o principal atrativo para quem deixou a compra para a última hora. Para quem busca economizar, as espécies menores e com maior oferta no mercado nacional são as mais indicadas, como a sardinha.

Para os consumidores que buscam uma carne com textura diferente ou menos espinhas, a pescada branca aparece como uma alternativa intermediária. No entanto, o valor sobe consideravelmente em relação aos pescados de entrada, sendo comercializada a cerca de R$ 72 o quilo nas barracas da região central.

Impacto no agronegócio e abastecimento

A movimentação nas feiras livres de São Paulo é um termômetro para o setor de pesca e aquicultura brasileiro. O período da Semana Santa representa o maior pico de demanda anual para o setor, exigindo uma logística eficiente para garantir que o peixe chegue em condições ideais de conservação às bancas.

O aumento da demanda também abre espaço para produtos tradicionais de importação, como o bacalhau, que costuma ter o preço atrelado à variação cambial e ao custo do frete internacional. Durante a cobertura, foi destacado que o AgroBand apresentaria sugestões de preparo e receitas para otimizar o uso desses ingredientes na ceia.

A expectativa dos comerciantes é que o fluxo de consumidores permaneça elevado até o domingo de Páscoa. Especialistas do setor orientam que o consumidor fique atento aos sinais de frescor do peixe, como olhos brilhantes, guelras vermelhas e carne firme, garantindo assim a segurança alimentar nas refeições familiares.