Deve ser votado no Congresso até o dia 17 de julho, antes do recesso parlamentar, o PL da Misoginia. A proposta tipifica e criminaliza o ódio ou a aversão às mulheres. Se aprovado, o texto equipara a misoginia ao crime de racismo, com pena de até cinco anos de prisão.
Na quarta-feira (1°), apesar da pressão do Partido Liberal, a Câmara aprovou o regime de urgência do texto. Com isso, o projeto pula etapas de tramitação. Mais de 80 deputados do PL votaram contra, enquanto dois votaram a favor. Na análise do colunista de política da BandNews FM, Rodrigo Orengo, o texto deve passar, mas alguns trechos vão render discussão.
O argumento da oposição é que o texto pode restringir a liberdade religiosa. Quem é contra o projeto de lei argumenta que o texto é amplo. Um dos exemplos é que, durante um culto, um pastor poderia fazer uma citação da bíblia e ser enquadrado no PL da Misoginia.
Newsletter Notícias
Inscreva-se na nossa newsletter e receba as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail.
Selecione os seus temas favoritos:



