Economia

Quem é a executiva da JP Morgan acusada de abuso sexual e coerção

Lorna Hajdini atua como Diretora executiva na divisão de Finanças Alavancadas da instituição

Da redação
DA REDAÇÃO

01/05/2026 • 12:50 • Atualizado em 01/05/2026 • 12:50

Lorna Hajdini, do JP Morgan é acusada de abuso sexual

Lorna Hajdini, do JP Morgan é acusada de abuso sexual

Reprodução/LinkedIn

A JP Morgan Chase, empresa referência em serviços financeiros no mundo, está envolvida em um escândalo de assédio e abuso. Isso porque uma de suas executivas Lorna Hajdini, que atua como Diretora executiva na divisão de Finanças Alavancadas, foi denunciada por um ex-colega de trabalhado, Chirayu Rana. Ele a acusa de coerção, abuso sexual e racismo.

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A denúncia foi registrada junto à Suprema Corte do estado de Nova York, nos Estados Unidos. De acordo com o jornal The Times of India, ele, que chegou a usar o pseudônimo de John Doe, afirma que a executiva o drogou com Rohypnol e Viagra e ameaçou reduzir o bônus dele se ele não aceitasse realizar favores sexuais.

Rana diz ainda que foi alvo de ofensas racistas, algo que ele teria relato ao próprio banco. Entretanto, em comunicado, a instituição afirmou ter realizado uma investigação interna, que teria identificado que as “acusações não possuem mérito”.

Por meio de seus advogados, Lorna também negou as acusações e afirmou nunca ter tido condutas inapropriadas.

Bacharel em ciências em finanças e estatística pela Stern School of Business da Universidade de Nova York (NYU), Lorna Hajdini tem 37 anos e trabalha na JP Morgan Chase há quase 15 anos.

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