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Priscila Costa espera aval de Michelle e de pastor para ser vice de Flávio

Na semana passada, a Band revelou que o nome da vereadora havia voltado a ganhar força nos bastidores do PL

Thayane Melo
THAYANE MELO

04/08/2026 • 11:24 • Atualizado em 04/08/2026 • 13:12

Bastidores de Brasília
Priscila Costa (PL-CE)

Priscila Costa (PL-CE)

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

A vereadora Priscila Costa (PL-CE) está esperando o aval da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do pastor nacional da Assembleia de Deus para ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro, candidato à presidência.

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Priscila Costa é um dos nomes do PL que estão sendo cotados para compor a chapa com Flávio Bolsonaro após os partidos Republicanos e Progressistas anunciarem neutralidade na eleição presidencial. Ambos tinham nomes cotados para a chapa.

Na semana passada, a Band revelou que o nome da vereadora voltou a ganhar força nos bastidores do PL, que revelaram que Priscila Costa cumpre alguns requisitos importantes, como base eleitoral consolidada no Ceará, atuação em estruturas partidárias voltadas ao público feminino e vínculo com lideranças religiosas.

PL reduz disputa por vice a dois nomes

Mais cedo, a reportagem da Band destacou que o PL reduziu a disputa para vice na chapa de Flávio Bolsonaro entre a vereadora Priscila Costa e o senador Rogério Marinho (PL-RN). A decisão deve ser tomada nas próximas horas.

Mas uma ala do Partido Liberal defende uma última tentativa com o Progressistas, para contar com a senadora Tereza Cristina.

Nesta terça-feira (4), o Republicanos também anunciou neutralidade na eleição presidencial. A postura inviabiliza a indicação de um nome da legenda para compor a chapa com o senador Flávio Bolsonaro à Presidência. Com isso, fica descartada a possibilidade de indicação da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques, recém-filiada à agremiação.

Segundo a legenda, a posição de independência na disputa presidencial “não representa ausência de princípios nem de posicionamento político”, mas demonstra maturidade institucional, respeito ao pacto federativo e compromisso com a unidade partidária, “preservando a autonomia das lideranças estaduais dentro das diretrizes estabelecidas pelo partido”.

O Republicanos era uma alternativa ao Progressistas, que também anunciou neutralidade na disputa presidencial. O nome de Tereza Cristina também era cotado para ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro.

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