A agricultura do Brasil consolidou uma transformação profunda nas últimas quatro décadas, passando de importadora a uma das principais provedoras mundiais de grãos e carnes. O avanço econômico e tecnológico do setor é impulsionado pela contribuição histórica de imigrantes de diferentes nacionalidades no campo.
A expansão agrícola nacional tem raízes na chegada de estrangeiros que trouxeram técnicas, conhecimentos e tradições para o desenvolvimento produtivo. Italianos e alemães marcaram presença na região Sul, enquanto japoneses, portugueses e espanhóis atuaram no Sudeste e no Norte. A comunidade libanesa também exerceu papel central no crescimento do setor no Centro-Oeste e no Nordeste.
A diversidade cultural formou a base do agronegócio brasileiro por meio da união entre agricultores e pecuaristas nacionais e estrangeiros. O processo evolutivo contou com investimentos determinantes em pesquisa científica e inovação tecnológica.
Cooperação internacional e expansão tecnológica
O país mantém parcerias ativas de cooperação técnica com mais de cem países e quase duzentas instituições internacionais de pesquisa. As iniciativas coordenadas por órgãos como a Embrapa difundiram a experiência da agricultura nacional para além das fronteiras territoriais. O agronegócio brasileiro expandiu-se na exportação de tecnologias, conhecimentos técnicos e pesquisas aplicadas ao setor produtivo.
Como resultado dessa evolução tecnológica e do trabalho no campo, o Brasil se firmou como referência global no fornecimento de alimentos, fibras, energia e inovação agrícola para diversos mercados internacionais.
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