O motorista brasileiro ligou o sinal de alerta. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) admitiu, nesta sexta-feira (20) que o país vive uma "situação excepcional de risco" no abastecimento de gasolina e diesel. A medida de emergência foi tomada após uma queda drástica na chegada de combustível importado e problemas logísticos na Petrobras.
Com o estoque mais baixo, a ANP liberou as distribuidoras para usarem suas reservas de segurança até o final de abril. O objetivo é evitar que as bombas sequem, mas o reflexo no bolso já apareceu. Em cidades como São Paulo, o preço da gasolina já disparou, superando a marca de R$ 9,00 em alguns postos.
"Não há falta generalizada agora, mas o sistema está no limite", afirmam técnicos do setor. O maior gargalo está no diesel, essencial para o transporte de alimentos e para a safra agrícola que está em pleno vapor.
A ordem do governo é monitorar os estoques dia e noite. A Petrobras foi acionada para cobrir o buraco deixado pelas empresas privadas, que pararam de importar por causa da disparada dos preços no exterior.
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