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Sabatina da BandNews TV com pré-candidato Eduardo Paes é remarcada para 2ª

A pedido de Eduardo Paes (PSD), a entrevista foi remarcada para segunda (13), às 17h

Da redação
DA REDAÇÃO

09/07/2026 • 19:19 • Atualizado em 10/07/2026 • 16:45

A pedido do pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD), a BandNews TV remarcou para a próxima segunda-feira (13), às 17h, a sabatina que faria com o candidato nesta-feira (10). A entrevista, quarta da série com os principais nomes da disputa eleitoral no estado, será exibida ao vivo durante o Expresso BandNews.

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Antes de Paes, a emissora entrevistou o deputado estadual Douglas Ruas (PL), o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) e o empresário André Marinho (Novo). Na próxima terça (14), o entrevistado será o ex-governador do Rio Wilson Witzel (Democratas-RJ).

A sabatina será conduzida pela jornalista Andressa Guaraná, nos estúdios da BandNews TV em São Paulo, com participação do jornalista Christiano Pinho, diretamente do Rio de Janeiro.

Eduardo Paes foi prefeito do Rio de Janeiro por quatro mandatos: de 2009 a 2017 e de 2021 a 2026. Neste último, renunciou ao cargo em março para disputar o governo do Estado.

Durante suas gestões, a capital fluminense recebeu grandes eventos internacionais, como a Conferência Rio+20, em 2012, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Paes também exerceu dois mandatos consecutivos como deputado federal, entre 1999 e 2007.

Como foram as sabatinas passadas

Douglas Ruas

O pré-candidato Douglas Ruas (PL) apresentou suas principais propostas voltadas para a segurança pública e a gestão administrativa do estado. Durante a entrevista, o político destacou a necessidade urgente de uma maior integração entre as forças policiais civis e militares, além de defender o fortalecimento do setor de inteligência como estratégia central para o combate à criminalidade fluminense.

Ruas também abordou temas estruturais e econômicos, enfatizando o compromisso com a responsabilidade fiscal e a atração de novos investimentos privados para dinamizar a economia do Rio de Janeiro. Segundo o pré-candidato, a recuperação da credibilidade institucional e a eficiência na gestão dos recursos públicos são passos fundamentais para garantir a sustentabilidade do desenvolvimento estadual e a melhoria dos serviços prestados à população.

Anthony Garotinho

O ex-governador e pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, afirmou em sabatina na BandNews TV que o estado não pode ser obrigado a escolher, nas próximas eleições, entre candidatos ligados ao crime organizado. Segundo o político, que declarou ter sido "empurrado" a essa candidatura, o atual cenário político fluminense apresenta uma polarização indesejada entre representantes do Comando Vermelho e das milícias.

Durante a entrevista, Garotinho não poupou críticas ao grupo político do atual governador Cláudio Castro e do deputado Rodrigo Bacellar, nem ao prefeito do Rio, Eduardo Paes, classificando a gestão estadual como um "desgoverno". O ex-governador também defendeu medidas drásticas na segurança, como a criação de um "Bope 2.0" para ocupação permanente de áreas dominadas pelo tráfico, além de mudanças no sistema carcerário.

André Marinho

Na sabatina da BandNews TV, o pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro André Marinho (Novo) defendeu o combate à corrupção, a renegociação da dívida do estado com a União e uma política de segurança baseada na retomada de territórios dominados por facções e milícias.

O empresário afirmou que pretende ampliar a arrecadação com a cobrança de devedores, realizar auditorias permanentes e revisar contratos públicos para equilibrar as contas do estado. Também anunciou que pretende convidar Paulo Rabello de Castro para coordenar a área econômica e Rogério Greco para chefiar um superconselho de segurança.

Na área da segurança, apresentou as diretrizes do plano "Sai fuzil, entra Brasil", que prevê reforço da fiscalização nas fronteiras estaduais, retomada de áreas controladas pelo crime organizado, combate às fontes de financiamento de facções e milícias, ampliação do sistema prisional e valorização das forças policiais.